O VII Seminário Nacional de Bibliotecas Braille (SENABRAILLE) será realizado de 27 a 30 de novembro de 2011, em Campinas, no Centro de Convenções da UNICAMP, e terá como tema central Bibliotecas: espaços acessíveis a múltiplos usuários.
Será organizado pela Unicamp – Coordenação Geral da Universidade (CGU) e Sistema de Bibliotecas (SBU) – e pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB).
Com participação de representantes de bibliotecas públicas e universitárias, entidades da sociedade civil e profissionais de várias áreas, o Evento tem por objetivo discutir diversas temáticas, como políticas públicas, empregabilidade, tecnologias assistivas, artes e, principalmente, permitir o compartilhamento de experiências entre pessoas dispostas a redesenhar novos conceitos para a Biblioteca ao defini-la com uma organização acessível a múltiplos leitores, oferecendo uma oportunidade para debater, discutir e unir esforços para a construção de um ambiente mais acessível.
Espera-se com esta edição do Evento a manutenção de um espaço de diálogo, exposição e reflexão sobre as tendências, tecnologias e desafios que a área da informação enfrenta quando o tema é Acessibilidade.
Para tanto, o VII Senabraille conta especialmente com a assessoria de uma Comissão de Acompanhamento na Área de Acessibilidade, formada por profissionais envolvidos com a causa e pessoas com deficiência, que contribui para o planejamento do Seminário, definindo questões de forma a garantir a acessibilidade de seus participantes e indicando as especificações dos serviços a serem prestados. A Comissão orienta, acompanha, verifica e monitora as diferentes fases do projeto, apontando ajustes na efetivação das necessidades para se alcançar os objetivos desejados.
http://www.sbu.unicamp.br/senabraille/ Será um prazer contar com a sua presença. Junte-se a nós!
Luiz Vicentini e Sigrid K.W.Dutra
Coordenadores Gerais do Evento
Acessibilidade Links Úteis
25/04/2012
24/04/2012
Adaptação de Tecnologia Leva Web aos Cegos
Texto publicado em
Clique aqui para saber mais
Adaptação de Tecnologia Leva Web aos Cegos.
16/03/2007 - G1 - O Portal de Notícias da Globo.
Leitores de telas e de livro ajudam na inclusão digital. Transformação de texto em voz é principal recurso utilizado.
Imagine não poder utilizar o mouse do computador para acessar a internet e realizar outras tarefas no PC. Tão comum para os usuários "convencionais", esse dispositivo é simplesmente inútil para uma parcela da população que utiliza cada vez mais a web: os deficientes visuais. Na era da internet, essas pessoas tiveram de fazer adaptações para acessar os dados digitais, abandonando, por exemplo, o mouse para navegar apenas com o teclado.
Marco Antonio de Queiroz, consultor sobre acessibilidade a pessoas com deficiência e cego há 30 anos, criou seu próprio site e tem um acesso bastante convencional à web. Para isso, ele conta com o teclado e com softwares que lêem o que está escrito na tela. "Grande parte das tecnologias voltadas aos deficientes visuais consistem na transformação daquilo que está escrito em áudio", afirmou ao G1.
Os leitores de tela, que possibilitam o acesso às páginas na internet, comunicação através de e-mails, envio de arquivos e o uso de outros programas, funcionam lendo o código HTML (linguagem de programação do site), indo da esquerda para a direita e de cima para baixo. "Para acessar o conteúdo de um site, a pessoa sem visão precisa navegar de link em link, com a tecla "tab", até chegar à informação que deseja. Existem recursos que permitem pular alguns links, tornando o processo mais rápido", conta o consultor.
Como o software transforma em áudio o código da página, ele não descreve o que é exibido em uma imagem, apenas lê o que ela representa como código -- "foto" ou "gráfico", por exemplo. "Isso dificulta a compreensão. Em uma imagem com link, por exemplo, só é possível saber ao que ele leva se a página tiver acessibilidade, com um texto junto ao código que descreva seu conteúdo", conta Queiroz. O programa avisa qual é o tipo de estrutura pela qual está passando, notificando, por exemplo, se há uma caixa de texto. Para fazer a seleção, o clique do mouse é substituído pelo "enter".
Alternativas.
São cinco os principais softwares desse tipo utilizados no Brasil, sendo dois nacionais, um deles gratuito: o Dosvox, produzido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro e disponível no site da instituição. "Ele é o que tem menos recursos, mas possui vários programas e é muito simples de manipular. A pessoa não precisa decorar muita coisa, por isso é fácil para quem está começando a utilizar o sistema", conta.
Os outros leitores mais utilizados são o brasileiro Virtual Vision, além dos estrangeiros Windows Eyes, o NVDA (software livre) e Jaws for Windows -- este último, o mais utilizado no mundo.
Uma novidade implementada pela Receita Federal neste ano mostra que a acessibilidade deve se tornar cada vez mais presente nos sites de serviço: pela primeira vez, o software para a declaração do Imposto de Renda trouxe uma adaptação para ser interpretado por leitores de tela. Para o consultor, a acessibilidade faz com que pessoas com deficiência visual se tornem "cidadãos mais comuns", podendo adquirir produtos e informações via internet. Um exemplo dessas páginas é a Bengala Legal, do próprio de Queiroz, que tem diversos artigos, fotos, poesias, notícias, links e é totalmente acessível.
Leitura.
Outros softwares para os deficientes visuais são os áudio-livros, que passam as histórias escritas para o som. Em destaque, há aqueles que utilizam a tecnologia DAISY(sigla em inglês para sistema digital de informação acessível), que transforma o livro em um arquivo de MP3, geralmente com uma interpretação de um artista. "Se for reproduzido em um computador, o texto do livro é exibido simultaneamente na tela, em tamanho ampliado, para pessoas com visão prejudicada que gostam de ler", explica Queiroz.
Segundo ele, também existem outros programas para transformar um texto em áudio, com tecnologia menos sofisticada que a do áudio-livro, mas com uma voz mais humanizada que a dos leitores de tela tradicionais -- isso pode deixar a escuta mais confortável.
Outras coisas bastante simples também precisam ser transferidas para o sistema sonoro, quando o equipamento é utilizado por pessoas com deficiência visual. Existem relógios, por exemplo, que "falam" as horas. Além disso, apesar da internet, o sistema de leitura braile não foi substituído. "As impressoras em braile são úteis para a leitura de pequenos textos. Em grande quantidade, acabam saindo caros e vale mais a pena utilizar os leitores de tela", conta Queiroz.
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Adaptação de Tecnologia Leva Web aos Cegos.
16/03/2007 - G1 - O Portal de Notícias da Globo.
Leitores de telas e de livro ajudam na inclusão digital. Transformação de texto em voz é principal recurso utilizado.
Imagine não poder utilizar o mouse do computador para acessar a internet e realizar outras tarefas no PC. Tão comum para os usuários "convencionais", esse dispositivo é simplesmente inútil para uma parcela da população que utiliza cada vez mais a web: os deficientes visuais. Na era da internet, essas pessoas tiveram de fazer adaptações para acessar os dados digitais, abandonando, por exemplo, o mouse para navegar apenas com o teclado.
Marco Antonio de Queiroz, consultor sobre acessibilidade a pessoas com deficiência e cego há 30 anos, criou seu próprio site e tem um acesso bastante convencional à web. Para isso, ele conta com o teclado e com softwares que lêem o que está escrito na tela. "Grande parte das tecnologias voltadas aos deficientes visuais consistem na transformação daquilo que está escrito em áudio", afirmou ao G1.
Os leitores de tela, que possibilitam o acesso às páginas na internet, comunicação através de e-mails, envio de arquivos e o uso de outros programas, funcionam lendo o código HTML (linguagem de programação do site), indo da esquerda para a direita e de cima para baixo. "Para acessar o conteúdo de um site, a pessoa sem visão precisa navegar de link em link, com a tecla "tab", até chegar à informação que deseja. Existem recursos que permitem pular alguns links, tornando o processo mais rápido", conta o consultor.
Como o software transforma em áudio o código da página, ele não descreve o que é exibido em uma imagem, apenas lê o que ela representa como código -- "foto" ou "gráfico", por exemplo. "Isso dificulta a compreensão. Em uma imagem com link, por exemplo, só é possível saber ao que ele leva se a página tiver acessibilidade, com um texto junto ao código que descreva seu conteúdo", conta Queiroz. O programa avisa qual é o tipo de estrutura pela qual está passando, notificando, por exemplo, se há uma caixa de texto. Para fazer a seleção, o clique do mouse é substituído pelo "enter".
Alternativas.
São cinco os principais softwares desse tipo utilizados no Brasil, sendo dois nacionais, um deles gratuito: o Dosvox, produzido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro e disponível no site da instituição. "Ele é o que tem menos recursos, mas possui vários programas e é muito simples de manipular. A pessoa não precisa decorar muita coisa, por isso é fácil para quem está começando a utilizar o sistema", conta.
Os outros leitores mais utilizados são o brasileiro Virtual Vision, além dos estrangeiros Windows Eyes, o NVDA (software livre) e Jaws for Windows -- este último, o mais utilizado no mundo.
Uma novidade implementada pela Receita Federal neste ano mostra que a acessibilidade deve se tornar cada vez mais presente nos sites de serviço: pela primeira vez, o software para a declaração do Imposto de Renda trouxe uma adaptação para ser interpretado por leitores de tela. Para o consultor, a acessibilidade faz com que pessoas com deficiência visual se tornem "cidadãos mais comuns", podendo adquirir produtos e informações via internet. Um exemplo dessas páginas é a Bengala Legal, do próprio de Queiroz, que tem diversos artigos, fotos, poesias, notícias, links e é totalmente acessível.
Leitura.
Outros softwares para os deficientes visuais são os áudio-livros, que passam as histórias escritas para o som. Em destaque, há aqueles que utilizam a tecnologia DAISY(sigla em inglês para sistema digital de informação acessível), que transforma o livro em um arquivo de MP3, geralmente com uma interpretação de um artista. "Se for reproduzido em um computador, o texto do livro é exibido simultaneamente na tela, em tamanho ampliado, para pessoas com visão prejudicada que gostam de ler", explica Queiroz.
Segundo ele, também existem outros programas para transformar um texto em áudio, com tecnologia menos sofisticada que a do áudio-livro, mas com uma voz mais humanizada que a dos leitores de tela tradicionais -- isso pode deixar a escuta mais confortável.
Outras coisas bastante simples também precisam ser transferidas para o sistema sonoro, quando o equipamento é utilizado por pessoas com deficiência visual. Existem relógios, por exemplo, que "falam" as horas. Além disso, apesar da internet, o sistema de leitura braile não foi substituído. "As impressoras em braile são úteis para a leitura de pequenos textos. Em grande quantidade, acabam saindo caros e vale mais a pena utilizar os leitores de tela", conta Queiroz.
Chapada dos Guimarães ganha trilha para deficientes visuais
by Ricardo Shimosakai
Os portadores de deficiência visual terão mais uma alternativa para curtir as belezas naturais e o clima de aventura na Chapada do Guimarães. O Vale da Bênção acaba de ganhar uma trilha de 440 metros adaptada para esse público. O caminho na mata nativa é demarcado por cordões e sinalização tátil. Os visitantes podem tocar as árvores e ler informações em braile sobre a vegetação e o percurso. O novo produto do “Espaço Chapada Aventura” será lançado nesta terça-feira (08.11), às 9 horas, com a participação de um grupo de portadores de deficiência visual do Centro de Apoio a Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies). Acompanhados por técnicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento de Turismo (Sedtur) e do Sedrae, os participantes vão testar a trilha, que é a pri meira do gênero em Mato Grosso e no País.
A pista adaptada é um dos 18 produtos do projeto Formatação de Produtos Turísticos, implementado pela Sedtur em parceria com o Sebrae e Prefeitura de Chapada dos Guimarães. A iniciativa busca melhorar a competitividade turística do município e consequentemente de Mato Grosso.
“Essa trilha tem um grande papel social, pois ela proporciona a acessibilidade em um dos pontos turísticos mais importantes do Estado, que é a Chapada dos Guimarães. Essa é a primeira trilha para deficientes visuais de Mato Grosso e nossa intenção é construir outras, como por exemplo, do Pantanal”, comentou a secretária de Turismo, Teté Bezerra.
As adaptações da pista seguem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O espaço Turístico Chapada Aventura trabalha com turismo de aventura, ecoturismo e treinamento para empresas e faz parte do Programa Aventura Segura do Sebrae de Mato Grosso, em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura (Abeta) e Sedtur.
Além da estrutura para deficientes visuais, o Espaço tem pista de arvorismo, estação de rapel, tirolesa, trilhas ecológicas, arco e flecha, paintball, campo de vôlei e locais para alimentação e higiene. Os proprietários do local e os parceiros da iniciativa querem obter a certificação de segurança e qualidade do Instituto Nacional de Metrologia Normatização Qualidade Industrial (Inmetro).
Participam também do lançamento da trilha a diretora do Sebrae, Eneida de Oliveira, e o prefeito de Chapada dos Guimarães, Flávio Daltro.
Os portadores de deficiência visual terão mais uma alternativa para curtir as belezas naturais e o clima de aventura na Chapada do Guimarães. O Vale da Bênção acaba de ganhar uma trilha de 440 metros adaptada para esse público. O caminho na mata nativa é demarcado por cordões e sinalização tátil. Os visitantes podem tocar as árvores e ler informações em braile sobre a vegetação e o percurso. O novo produto do “Espaço Chapada Aventura” será lançado nesta terça-feira (08.11), às 9 horas, com a participação de um grupo de portadores de deficiência visual do Centro de Apoio a Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies). Acompanhados por técnicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento de Turismo (Sedtur) e do Sedrae, os participantes vão testar a trilha, que é a pri meira do gênero em Mato Grosso e no País.
A pista adaptada é um dos 18 produtos do projeto Formatação de Produtos Turísticos, implementado pela Sedtur em parceria com o Sebrae e Prefeitura de Chapada dos Guimarães. A iniciativa busca melhorar a competitividade turística do município e consequentemente de Mato Grosso.
“Essa trilha tem um grande papel social, pois ela proporciona a acessibilidade em um dos pontos turísticos mais importantes do Estado, que é a Chapada dos Guimarães. Essa é a primeira trilha para deficientes visuais de Mato Grosso e nossa intenção é construir outras, como por exemplo, do Pantanal”, comentou a secretária de Turismo, Teté Bezerra.
As adaptações da pista seguem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O espaço Turístico Chapada Aventura trabalha com turismo de aventura, ecoturismo e treinamento para empresas e faz parte do Programa Aventura Segura do Sebrae de Mato Grosso, em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura (Abeta) e Sedtur.
Além da estrutura para deficientes visuais, o Espaço tem pista de arvorismo, estação de rapel, tirolesa, trilhas ecológicas, arco e flecha, paintball, campo de vôlei e locais para alimentação e higiene. Os proprietários do local e os parceiros da iniciativa querem obter a certificação de segurança e qualidade do Instituto Nacional de Metrologia Normatização Qualidade Industrial (Inmetro).
Participam também do lançamento da trilha a diretora do Sebrae, Eneida de Oliveira, e o prefeito de Chapada dos Guimarães, Flávio Daltro.
23/04/2012
Atendimento gratuitos. Divulguem
CASA DE FRANCISCO DE ASSIS mantém diversos médicos com as especialidades abaixo, que atendem com hora marcada pessoas com renda comprovada de até 3 (três) salários mínimos, ao custo de R$10,00 a R$15,00. Para aqueles que não possam pagar os valores citados anteriormente, será feita uma avaliação com a Assistente Social para ser concedida gratuidade:
Homeopatia (Crianças) - Cromoterapia
Pediatria e Otorrinolaringologia
Psicologia infantil - Fonoaudióloga (CRECHE)´- Psiquiatria - Nutricionista
Psicologia Odontologia - Crianças e Adultos
Cardiologia - Ginecologia
Fisioterapia -Serviço Social
Jurídico
LIGAR HORÁRIO COMERCIAL E FALAR/AGENDAR C/CARMEN
Atendimento gratuito.
Rua Alice 308 - Laranjeiras, Tels: 2265-9499 e 2557-0100
http://www.casadefranciscodeassis.org.br/ e e-mail:cfassis@uol.com.br
A Clínica de Enfermagem Arte do Cuidado, da UniverCidade, presta atendimento gratuito e está agendando para preventivo ginecológico.
Qualquer mulher interessada deve ligar para os seguintes números:
2219-8100/ 2233-8389 ramais 225/226.
• Endereço: Av. Presidente Vargas, nº 2700. Praça XI, ao lado do prédio do Metrô, Rio de Janeiro .
• Funcionamento: de segunda à sexta das 08h00min às 11h00min e de 19h00min às 22h00min, aos sábados de 08:00h às 11:00h.
Também são realizados EXAMES LABORATORIAIS, tudo gratuito.
(Colaboração:Zezé Gama)
Homeopatia (Crianças) - Cromoterapia
Pediatria e Otorrinolaringologia
Psicologia infantil - Fonoaudióloga (CRECHE)´- Psiquiatria - Nutricionista
Psicologia Odontologia - Crianças e Adultos
Cardiologia - Ginecologia
Fisioterapia -Serviço Social
Jurídico
LIGAR HORÁRIO COMERCIAL E FALAR/AGENDAR C/CARMEN
Atendimento gratuito.
Rua Alice 308 - Laranjeiras, Tels: 2265-9499 e 2557-0100
http://www.casadefranciscodeassis.org.br/
A Clínica de Enfermagem Arte do Cuidado, da UniverCidade, presta atendimento gratuito e está agendando para preventivo ginecológico.
Qualquer mulher interessada deve ligar para os seguintes números:
2219-8100/ 2233-8389 ramais 225/226.
• Endereço: Av. Presidente Vargas, nº 2700. Praça XI, ao lado do prédio do Metrô, Rio de Janeiro .
• Funcionamento: de segunda à sexta das 08h00min às 11h00min e de 19h00min às 22h00min, aos sábados de 08:00h às 11:00h.
Também são realizados EXAMES LABORATORIAIS, tudo gratuito.
(Colaboração:Zezé Gama)
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